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Regressar ao Douro e ver de novo a magnífica vinha Maria Teresa na Quinta do Crasto ( https://quintadocrasto.pt/ ) sempre um prazer.
Saber que tem a vetusta idade de 111 anos e que, finalmente, se acabou a identificação de todas as castas é já meio caminho andado para a satisfação.
São 53 castas diferentes, sendo que algumas não estão identificadas porque não há quem as reconheça, nem nas colecções ampelográficas. Há mesmo uma cepa em que alguns bagos são brancos enquanto os restantes são tintos.
Incrível Douro..!
As novas instalações enológicas da quinta do Crasto são do melhor que já vi em Portugal, pela concepção, pela ousadia, pela funcionalidade.
E, às vezes temos tendência a esquecer isso, sempre a pensar no grande vinho da casa, o “Reserva Vinhas Velhas”, o tal que faz 100 000 garrafas e se vende entre os 25 euros e os 30 euros. Isto sim, é negócio mas há que saber manter a qualidade, custe o que custar. Não se chega tão longe sem que a qualidade seja enorme. Há muito que por aqui isso é sabido. Parabéns à família Roquete, ao enólogo Manuel Lobo e à restante equipa, onde não se deve esquecer a Ana, a futura Master of Wine portuguesa (diz ela…).

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